“P r o m e s s a s . Você não gosta quando escuta essas palavras.Pois tenho a certeza que elas te iludem, como o mel de uma colméia ela se espalha, deixando todos consumidos por esse bem que pensamos ser verdadeiros.. E estou tirando as coisas a limpo, sem um único disfarce heterônimo ou calda de chocolate nos olhos. Ou cinzas no rouco da voz. No início, pensei que fosse a corda na qual me segurava para não cair deste penhasco. Pois em seus nós e controvérsias… descobri que se transformara em uma forca. Desde que chegou pelos ventos do mais ao Sul, tem carregado consigo uns vírus e não me agrada mais deixar infectar, deixar ser, you know, let it be… Não, não! Tenho de cortar estas coisas de vez, expulsá-las da minha vida , não posso deixar estas míseras mentiras me enfraquecerem. Pois saiba: como o pai que perdeu sua filha, agora estou mais uma vez dispensando o que me dá pesos para as costas. E as últimas semanas tenho carregado tais pesos por pura p i e d a d e . Mas, como uma mancha de sangue escarlate em perfeita harmonia com a pulsação já doce, eu lhe digo o que ouvi de um sábio rei leão: Fuja. Fuja para longe, e não volte nunca mais.”
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